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  • Sorria quando a dor te torturar e a saudade atormentar os teus dias tristonhos e vazios. Sorria quando tudo terminar, quando nada mais restar do teu sonho encantador . Sorria quando o sol perder a luz e sentires uma cruz nos teus ombros cansados. Sorria e vai mentindo a sua dor e ao notar que tu sorris, todo mundo irá supor que és feliz . * John Turner e Geoffrey Parsons


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    3, October, 2015
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    via reflorestada-deactivated2017063
    por reflorestada-deactivated2017063
    Que coisa de louco. Era incrível como tudo na vida daquela menina dava errado. Sempre que coisas boas aconteciam, ela já sabia que as ruins também viriam junto. Era o tipo de felicidade surpreendente que na hora fazia um bem danado, e logo após era tudo destruído. Tudo o que cruzava o seu caminho e de certa forma trazia felicidade, ia embora. E então é quando além da tristeza, aparecia inúmeras outras coisas ruins. Pobre menina, andava de bem com a vida e ajudava sempre que preciso, acabava levando tudo sozinha nas costas. Mas, ela era forte, e não desistia de tentar deixar aquele sorriso lindo no rosto, mesmo com todas as dificuldades.
    A menina que vivia de esperanças. (via reflorestada)

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    3, October, 2015
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    via somalizei
    por sailor-lovehandles
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    7, September, 2015
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    por verrlust
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    15, July, 2015
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    via frienta
    por frienta
    Ela é uma moça de poses delicadas, sorrisos discretos e olhar misterioso. Ela tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de intuição e um tom de doçura. Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista. Ela é intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo. Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna.
    Caio Fernando Abreu. (via nevoeirar)

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    8, July, 2015
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    via sutilizar-se
    por loveshifts
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    4, June, 2015
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    via a-u-t-o-r
    por biblioteca-decitacoes
    Há criaturas que chegam aos cinqüenta anos sem nunca passar dos quinze, tão símplices, tão cegas, tão verdes as compõe a natureza; para essas o crepúsculo é o prolongamento da aurora. Outras não; amadurecem na sazão das flores; vêm ao mundo com a ruga da reflexão no espírito, - embora, sem prejuízo do sentimento, que nelas vive e influi, mas não domina. Nestas o coração nasce enfreado; trota largo, vai a passo ou galopa, como coração que é, mas não dispara nunca, não se perde, nem perde o cavaleiro.
    Machado de Assis.  (via a-u-t-o-r)

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    31, May, 2015
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    por dumbidu-deactivated20121103
    Eu não tinha interesses. Eu não tinha interesse em nada. Eu não tinha ideia de como iria escapar. Pelo menos os outros tinham algum gosto pela vida. Pareciam entender algo que eu não entendia. Talvez eu estivesse faltando. Foi possível. Eu sempre me senti inferior. Eu só queria ficar longe deles. Mas não havia nenhum lugar para ir.
    Charles Bukowski.   (via intimidei)

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    14, May, 2015
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    via subornos
    por alentador
    Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome: auto-estima. Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é: autenticidade. Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de: amadurecimento. Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é: respeito. Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o Futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é: plenitude.
    Charlie Chaplin.     (via intimidei)

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    30, April, 2015
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    via consistia
    por therelatablepost
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    30, April, 2015
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    via eternue
    por azulciano
    Hoje parei pra pensar na vida. Na merda que eu tô fazendo com ela, na verdade. Sei que a gente não deve se entregar ao desânimo e todo esse blá blá blá de livro de auto-ajuda, mas não consigo enfiar essas frases de efeito enlatadas na minha mente. Eu sempre acabo me entregando ao desânimo. Sempre. É inevitável. Quando não vejo meus esforços surtindo o menor efeito - o que, aliás, acontece com uma frequência enlouquecedora - eu me tranco no quarto mais escuro e imundo da minha mente e fico por lá até que o dia amanheça lá fora e eu consiga ouvir as crianças brincando na rua da vida que passa. E como passa depressa. Enquanto eu fujo de tudo que minimamente me lembre que existe todo um universo lá fora, tem gente por aí amando, odiando, fazendo, concretizando, tentando, batalhando, encarando. Enquanto eu fujo tem gente que vive. Sabe, isso tudo é muito louco. Como posso viver no mesmo mundo que crianças de seis anos que lutam contra o câncer quando o meu maior inimigo quase sempre é a minha obstinação a morrer sem ter ao menos vivido?
    Azul Ciano.    (via eternue)



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